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São bem conhecidos os benefícios da atividade física regular sobre a saúde e o bem-estar das pessoas no processo de envelhecimento, o que é chamado de envelhecimento saudável. No entanto, estes efeitos benéficos do exercício foram constatados em velhos que já se exercitavam desde a meia idade e pouco se sabia sobre o impacto da atividade física sobre a saúde de pessoas que iniciam a atividade física na velhice. Um novo estudo, recentemente publicado na revista científica British Journal of Sports Medicine, preenche esta lacuna.

A pesquisa analisou informações sobre a atividade física de 3454 homens e mulheres que estavam saudáveis no início do estudo em 2002/2003. A idade média dos participantes era em torno de 64 anos. O grupo foi acompanhado e avaliado em relação à atividade física e saúde por um período de oito anos. A atividade física foi categorizada em três grupos: inativos (sem atividade em pelo menos uma vez por semana); moderados (atividade moderada em pelo menos uma vez por semana) e vigorosos (atividade vigorosa ao menos uma vez por semana). As modificações de atividade física no decorrer do estudo foram enquadradas em quatro categorias: sempre inativo (desde o início do estudo); tornou-se inativo (era ativo no início e deixou de ser durante o estudo); tornou-se ativo (era inativo no início e tornou-se ativo durante o estudo); sempre ativo (iniciou ativo e continuou ativo durante o estudo). Envelhecimento saudável foi considerado aquele que não apresentou nenhuma doença crônica, depressão ou declínio acentuado da cognição ou condição física. A análise dos resultados apontou dois aspectos conclusivos. O primeiro revela que os participantes ativos no início do estudo e que continuaram ativos tiveram probabilidade sete vezes maior de ter uma velhice saudável, comparados com os inativos. Apesar de esperado, chama atenção a magnitude do benefício produzido. O segundo aspecto, e talvez o mais interessante, é o de que, aqueles indivíduos que eram inativos no início do estudo, mas que durante o estudo tornaram-se ativos, também tiveram maior probabilidade (de três vezes) de um envelhecimento saudável.

Com os rápidos avanços na expectativa média de vida torna-se urgente a adoção de estratégias públicas e privadas de prevenção dos impactos negativos do envelhecimento. Os resultados deste trabalho indicam que medidas simples como o incentivo a programas de atividade física na meia idade e na velhice podem ser decisivos para o desenvolvimento de um envelhecimento de sucesso.

Se você estiver pelos 50 anos e não for ativo, é hora de começar, e se você já é dos 60, 70 ou mesmo dos 80 e é sedentário, não desanime, ainda é tempo! Porém lembre, sempre que iniciar um programa de atividade física procure um médico para avaliação da sua saúde.

Fonte - British Journal of Sports Medicine
Data: 07/05/2014
Fonte: www.abcdasaude.com.br

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Se a população mundial conseguir reduzir seis dos principais fatores de risco à saúde – tabagismo, consumo de álcool, excesso de sódio na alimentação, pressão alta, níveis elevados de açúcar no sangue e obesidade —, será possível evitar 37 milhões de mortes até 2025. A conclusão faz parte de um estudo feito no Imperial College de Londres, na Grã-Bretanha, e publicado neste final de semana na revista médica The Lancet.

Esses fatores de risco são causas importantes para as principais doenças não transmissíveis, que são as cardiovasculares (como infarto e derrame), as respiratórias crônicas, o câncer e o diabetes. De acordo com a pesquisa, caso esses fatores não sejam restringidos, o número de mortes causadas por essas quatro moléstias será de 38,8 milhões em 2025 – 10,5 milhões a mais do que o registrado em 2010, que foi de 28,3 milhões.

Em 2010, a Organização das Nações Unidas (ONU) estipulou uma meta de reduzir o número de mortes causadas por essas doenças não transmissíveis em 25% até 2025.

Segundo o novo estudo, essas 37 milhões de mortes podem ser evitadas se o tabagismo no mundo diminuir em 30%; o abuso de bebida alcoólica em 10%; o consumo excessivo de sal em 30%; a pressão alta em 25%. Além disso, é necessário que a taxa global de obesidade e diabetes deixem de subir. Se isso acontecer, até 2025 o risco de uma pessoa morrer devido a alguma doença não transmissível cairá de 22% para 19%.

Um levantamento divulgado nesta semana pelo Ministério da Saúde mostrou que, no Brasil, a prevalência de pessoas com diabetes subiu de 5,5% para 6,9% em oito anos. Por outro lado, pela primeira vez durante esse período, a taxa de obesidade no país deixou de crescer e se manteve estável.

“Se essas metas forem atingidas, a maioria dos benefícios ocorrerá em países de renda baixa ou média, onde 31 milhões de mortes podem ser prevenidas”, diz Majid Ezzati, professor do Imperial College de Londres e coordenador do estudo. Em um artigo publicado junto à pesquisa, Rifat Atun, da Faculdade de Saúde Pública de Harvard, nos Estados Unidos, afirmou que as ações dos governos que visam reduzir esses fatores de risco, porém, ainda não são suficientes para que a meta da ONU seja atingida.

10 formas de ser uma pessoa mais saudável.
Veja decisões saudáveis que devem ser mantidas por todos os 'anos novos'.

Deixar de ser sedentário
Emagrecer
Parar de fumar
Fazer um check-up
Dormir mais
Ter uma alimentação saudável
Evitar bebidas alcoólicas
Beber mais água
Evitar refrigerantes
Reduzir o consumo de sal

Data: 06/05/2014
Fonte: veja.abril.com.br

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Apesar de grande parte das pessoas correrem maior risco de contrair diabetes por questões genéticas, a doença está sendo impulsionada por estilos de vida não saudáveis.

"Estes comportamentos são motivados pela globalização da propaganda e do comércio de alimentos pouco saudáveis. Além disso, a rápida urbanização, a inatividade física e o envelhecimento da população também contribuem." A afirmação é parte da declaração do Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, foi realizada para marcar o Dia Mundial do Diabetes.

De acordo com Ban, a doença está aumentando em todas as regiões, atingindo principalmente os jovens e os mais pobres. Ele destacou, ainda, que é um problema sério, mas que pode ser combatido com ações individuais e/ou coletivas para prevenir e controlar a doença.

Alimentação e falta de exercícios
A má alimentação e a falta de exercício resultam na obesidade e são consideradas as principais causas do aumento dos casos de diabetes.
A OMS afirma que reduzir o número de bebês e crianças com excesso de peso é crucial na luta contra a doença.
De acordo com o chefe da ONU, é que os governos os governos apoiem os pequenos agricultores, promovam a agricultura sustentável e incentivem as pessoas a comer produtos saudáveis e a praticar atividades físicas, evitando alimentos com alto teor de gordura como os "fast foods".

Plano de Ação Global
Segundo o Secretário-Geral, quase 100 anos depois que a insulina foi utilizada pela primeira vez para salvar a vida de um paciente diabético, muitas pessoas ainda morrem por falta de acesso ao hormônio.

Ban afirmou que muitos não sabem que sofrem de diabetes e que, sem tratamento, os pacientes geralmente morrem prematuramente de ataques do coração, derrame ou problemas renais. "muitas pessoas perdem a visão ou são obrigados a amputar um membro do corpo."

Ele pediu aos países que cumpram a promessa de combater o aumento da obesidade associada a diabetes, ao recordar a assinatura, no início deste ano, do Plano de Ação Global para a Prevenção e Controle de Doenças Não Transmissíveis. O documento foi adotado pelos países na Assembleia Mundial da Saúde.

Data: 06/05/2014
Fonte: www.isaude.net

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Os efeitos nocivos do excesso de açúcar na alimentação já são bem difundidos pela comunidade científica. Esses efeitos têm sido estudados, principalmente, sobre alterações no metabolismo produzidas pelo excesso de açúcar e que levam às doenças crônicas como a obesidade e diabete tipo 2. Um estudo produzido pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos e publicado recentemente na revista Journal of American Medical Association – JAMA, expõe uma associação entre o consumo excessivo de açúcar e o risco de morte por doença cardíaca independentemente dos outros problemas de saúde causados pelo excesso de açúcar. Estudos epidemiológicos prévios já indicavam que a maior ingestão de açúcar está associado com o risco de doença cardiovascular. Este novo estudo se propôs a investigar a associação entre este consumo e a mortalidade por doença cardiovascular. A quantidade de açúcar contido em uma dieta média Americana é suficiente para aumentar em 20% o risco de morte por doença cardíaca. Em 70% dos adultos investigados, 10% ou mais das calorias diárias ingeridas provém de açúcar adicionado aos alimentos. Outros 10% de adultos ingerem 25% ou mais de suas calorias diárias provenientes do açúcar. Nestes dez por cento de pessoas que ingerem um quarto ou mais de suas calorias na forma de açúcar, o risco de morrer de doença cardiovascular é dobrado. O conjunto de dados caracteriza o que costuma se chamar uma curva dose-resposta, quanto maior a dose (no caso a ingestão de açúcar adicionado) proporcionalmente maior é o efeito (risco de morrer de doença cardíaca). Mesmo não caracterizando uma relação de causa efeito, a curva dose-resposta adiciona robustez às conclusões do estudo. Este consumo de açúcar adicionado ao alimento muitas vezes é insidioso. Muitos alimentos industrializados possuem açúcar (não somente os doces) para melhorar o sabor, textura, etc. Nos Estados Unidos 37% do açúcar adicionado à dieta provém das bebidas adoçadas (refrigerantes e sucos adoçados). Uma lata de 355 ml de refrigerante contém, em média, 9 colheres de chá de açúcar, o que corresponde a 140 calorias. Uma lata de refrigerante por dia já é o suficiente para aumentar o risco. Os pesquisadores alertam que mesmo a pessoa ingerindo uma quantidade adequada de calorias diárias e não tendo sobrepeso, o refrigerante ou suco adoçado tomado diariamente pode ter impacto no risco de mortalidade por doença cardíaca.

Além das bebidas adoçadas o açúcar aparece nos alimentos tipicamente identificados como doces, incluindo neste grupo, as tortas, bolos, balas, sorvetes, achocolatados e iogurtes (é um alimento associado com saúde, porém é difícil encontrar aqueles naturais, não adoçados). Muitos alimentos possuem açúcar e não são doces, como molho de saladas, pães, ketchup.
A quantidade limite recomendável é muito variável. Pelo estudo aqui descrito, até 10% do total das calorias diárias de açúcar adicionado parece seguro quanto ao desfecho doença cardíaca. Cabe salientar que não está se falando da percentagem de carboidratos ingeridos, e sim do açúcar adicionado.
Deve-se ter atenção com ingredientes com a terminação "-ose" descrito nas etiquetas das embalagens dos alimentos industrializados. Frutose e sacarose são sinônimos de açúcar. Seja a quantidade de açúcar adicionado ou alimento industrializado, vale a máxima: quanto menos, melhor.

Fonte - JAMA Intern Med.
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Data: 02/05/2014
Fonte: www.abcdasaude.com.br

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O que é? São condições que predispõem uma pessoa a maior risco de desenvolver doenças do coração e dos vasos. Existem diversos fatores de risco para doenças cardiovasculares, os quais podem ser divididos em imutáveis e mutáveis. Fatores imutáveis São fatores imutáveis aqueles que não podemos mudar e por isso não podemos tratá-los. São eles : Hereditários: Os filhos de pessoas com doenças cardiovasculares tem uma maior propensão para desenvolverem doenças desse grupo. Pessoas de pele negra são mais propensos a hipertensão arterial e neles ela costuma ter um curso mais severo. Idade: Quatro entre cincos pessoas acometidas de doenças cardiovasculares estão acima dos 65 anos. Entre as mulheres idosas, aquelas que tiverem um ataque cardíaco terão uma chance dupla de morrer em poucas semanas. Sexo: Os homens tem maiores chances de ter um ataque cardíaco e os seus ataques ocorrem numa faixa etária menor. Mesmo depois da menopausa, quando a taxa das mulheres aumenta, ela nunca é tão elevada como a dos homens. Fatores mutáveis São os fatores sobre os quais podemos influir, mudando, prevenindo ou tratando. Fumo: O risco de um ataque cardíaco num fumante é duas vezes maior do que num não fumante. O fumante de cigarros tem uma chance duas a quatro vezes maior de morrer subitamente do que um não fumante. Os fumantes passivos também tem o risco de um ataque cardíaco aumentado. Colesterol elevado: Os riscos de doença do coração aumentam na medida que os níveis de colesterol estão mais elevados no sangue. Junto a outros fatores de risco como pressão arterial elevada e fumo esse risco é ainda maior. Esse fator de risco é agravado pela idade, sexo e dieta. Pressão arterial elevada: Para manter a pressão elevada, o coração realiza um trabalho maior, com isso vai hipertrofiando o músculo cardíaco, que se dilata e fica mais fraco com o tempo, aumentando os riscos de um ataque. A elevação da pressão também aumenta o risco de um acidente vascular cerebral, de lesão nos rins e de insuficiência cardíaca. O risco de um ataque num hipertenso aumenta várias vezes, junto com o cigarro, o diabete, a obesidade e o colesterol elevado. Vida sedentária: A falta de atividade física é outro fator de risco para doença das coronárias. Exercícios físicos regulares, moderados a vigorosos tem um importante papel em evitar doenças cardiovasculares. Mesmo os exercícios moderados, desde que feitos com regularidade são benéficos, contudo os mais intensos são mais indicados. A atividade física também previne a obesidade, a hipertensão, o diabete e abaixa o colesterol.

Obesidade:
O excesso de peso tem uma maior probabilidade de provocar um acidente vascular cerebral ou doença cardíaca, mesmo na ausência de outros fatores de risco. A obesidade exige um maior esforço do coração além de estar relacionada com doença das coronárias, pressão arterial, colesterol elevado e diabete. Diminuir de 5 a 10 quilos no peso já reduz o risco de doença cardiovascular.

Diabete melito:
O diabete é um sério fator de risco para doença cardiovascular. Mesmo se o açúcar no sangue estiver sob controle, o diabete aumenta significativamente o risco de doença cardiovascular e cerebral. Dois terços das pessoas com diabete morrem das complicações cardíacas ou cerebrais provocadas. Na presença do diabete, os outros fatores de risco se tornam mais significativos e ameaçadores.

Anticoncepcionais orais:
Os atuais ACOs têm pequenas doses de hormônios e os riscos de doenças cardiovasculares são praticamente nulos para a maioria das mulheres. Fumantes, hipertensas ou diabéticas não devem usar anticoncepcionais orais por aumentar em muito o risco de doenças cardiovasculares.
Existem outros fatores que são citados como podendo influenciar negativamente os fatores já citados. Por exemplo, estar constantemente sob tensão emocional (estresse) pode fazer com que uma pessoa coma mais, fume mais e tenha a sua pressão elevada. Certos medicamentos podem ter efeitos semelhantes, por exemplo, a cortisona, os anti-inflamatórios e os hormônios sexuais masculinos e seus derivados.

Data: 29/04/2014
Fonte: www.abcdasaude.com.br

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